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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Chegada da Júlia em casa...

Chegada da Julia em casa com tommy loko.

A gravidez da minha esposa estava indo bem legal, e com a cesárea marcada para uma sexta-feira dia 15/08/14, tudo programado e correndo bem, hotel no pet agendado e etc...

Na quarta-feira de tarde dia 13 fomos fazer um exame no hospital e buuummmmm, a Julia vai nascer, mesmo que todo pai e mãe esteja ultra ansioso e ver a cara do filhote/a dá um frio na barriga gigantesco até pelo medo do desconhecido.

Voltei pra casa busquei a mala da maternidade, tomei banho dei comida pro tommy e voltei pro hospital, nasceu a Julinha, muito saudável e forte, foi tenso o primeiro dia de recuperação  Cristiane mas depois foi muito legal quando a Júlia começou a mamar direito.

Daí vem o grande dia, o primeiro contato entre a Júlia (recém nascida) e o tommy (pug),  mesmo tendo vindo em casa trazer dar comida e deixar algumas roupas da Julia pela casa em locais agradáveis do tommy ele estava mega ancioso de ver a Cris novamente.

No dia em que viemos do hospital pra casa (moramos em apto), tivemos uma recepção bem legal de alguns parentes, mas isso deixou o cachorro mais louco ainda.

Chegamos em casa, deixamos o tommy cheirar a Julia e ele continuou louco, muito provavelmente por ter 8 pessoas dentro de casa e mais um bebe (que pra mim é a mais linda do mundo), ele continuou louco por mais umas duas horas latindo e andando pela casa de um lado pro outro, e tbm porque fechamos a porta do quarto da criança e ele não podia chegar peto da Cris.

Daí .... pra quem é pai de primeira viagem tudo é novo, a tendência é que não vai dar nenhum problema o cachorro cheirar a criança, mas aquele turbilhão de emoções e o medo de que possa acontecer algo torna tudo muito assustador.


No segundo dia em casa as coisas foram ficando muito mais tranquilas, já sabíamos que o tommy não iria "comer" arranhar a Julia nem subir/escalar o berço, daí em diante as coisas foram sossegando.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Tommy - O início / versão Cris

Então.. Tommy foi o nosso primeiro filho!
Foi a decisão mais rápida que tomamos nas nossas vidas, sem pensar muito! Conversamos casualmente sobre isso numa sexta-feira e no domingo ele já estava com a gente. No começo estávamos assustados com a responsabilidade de te-lo em nossas vidas (eu principalmente): é comida, banho, saúde, muuuitas brincadeiras, caminhadas, etc... Enfim, eu nunca havia tido um cachorro e achava que não ia dar conta de criá-lo pois ainda tinha o trabalho, pós graduação.. E nessa mesma época meu marido se enterrou no trabalho dele. No primeiro dia, tudo lindo.. Porém na segunda noite, ele chorou muuuito.. E agora? Eu tinha que acordar no outro dia as 6 da manhã? Afff!!! Foi angustiante.. Bruno que me salvou.. Na verdade dormiu com o Tommy na sala (é que nessa primeira fase estávamos tentando não deixar ele entrar no nosso quarto/ doce ilusão, rs) Porém com o tempo as coisas foram se ajeitando e vi o quanto o Tommy foi importante nesse processo de aprender a lidar com situações adversas! Compreendi que o meu medo na verdade, era de não ser boa o bastante para ele pois eu não sabia o que fazer no começo, como educar, como lidar com a situação.. Mas.. Sim!! A gente era capaz!!! Tommy encheu nossas vidas de alegria, amizade  e como casal vimos que tinhamos muito amor dentro de nós e cresceu o desejo de aumentar a família!! Sim!! Eu dava conta!!
Não tenho palavras para dizer o que ele significa para nós! Pra mim pessoalmente ele é meu chicletinho (no início rolava até ciúmes / do marido pelo Tommy, rs rs) mas é isso, geralmente onde estou ele está atrás.  Me acompanha em todos os momentos, pra todos os lados, espera meu marido chegar em casa todas as noites e agora também é o guardião da nossa Julinha

(Mais nos próximos capítulos) 

Fotos dessa época. Ahhh, esqueci de comentar que meu marido também é um São Paulino roxo


Tommy e Júlia



Estou escrevendo este blog para ajudar futuros pais de cachorros que se aventuram no mundo da paternidade humana, pois é muito difícil de encontrar qualquer tipo de literatura do mundo dos cães e crianças.

Nossa filhota (Júlia) hoje está com 3 meses e a relação dela com o nosso Pug (Tommy) é mega legal, eu acredito que ainda vai dar muitos frutos, tanto positivos como companheirismo e amizade que já parece haver tanto quanto alguns arranhões e problemas de percurso que possam acontecer. 



Estavamos casados (Bruno e Cristiane) há 4 anos quando resolvemos adquirir o Tommy, um pug magnifico que preencheu nossos corações. Próximo do natal de 2013 descobrimos que estava chegando mais uma fadinha na nossa família e foi o maior frisson, também com essa novidade, eu que sou mega super protetor fiquei com bastante medo dessa relação entre o cachorro e a criança.



Durante a gestação da minha esposa o bichano (Tommy) já parecia entender o que estava acontecendo, ficou um chiclete com a minha mulher e a todo momento queria ficar próximo a sua barriga.


O Tommy foi super companheiro da Cris em toda a gestação mas tomávamos o maior cuidado para ele não pular na barriga dela (mesmo assim um dia ele arranhou sua barriga em uma brincadeira no sofá, ficamos bem chateados mas temos absoluta certeza que não foi por mal).

Por causa deste arranhão na barriga da minha mulher durante a gestação tomamos bastante cuidado na relação do cachorro com a criança, principalmente em momentos que o tommy fica acelerado.

Os pugs tem uma característica muito legal de, de uma hora pra outra ficar loko, saem correndo pela casa, voando, essas brincadeiras assim como as de lutinhas não foram mais incentivadas, ele até tá meio gordo e lesado, mas faz parte do kit.

Gostaria de dizer que magnifico ser pai, tanto pai do Tommy quanto da Júlia, dá um trampo imenso mas é muito legal